Restaurantes e barzinhos à beira mar.

De vez em quando uma frescura é necessária. Porto de Galinhas está crescendo. Particularmente, eu acho isso péssimo. Democratizar é diferente de crescer de forma desordenada. Com isso os estabelecimentos comerciais, todos voltados para o turista, se multiplicam. Hoje há rstaurantes para todo o tipo de bolso. Há os excelentes e caros de frente para o mar. Mas eu me pergunto: qual a graça de comer em restaurantes, mais baratos, semi-fechados onde não se vê o mar? Só para economizar uns poucos reais? Economia dá para fazer cortando uma série de outras coisas.
Depois de comer, acolhido pela brisa discreta que vem do mar, o infinto azul projetando cores e promessas, caminho, para fazer digestão, em meio a galerias e lojinhas. Compro apenas uma camiseta cuja inscrição é Ardida em alusão à conhecida marca de material esportivo. O verão se estende pelos sentidos: visão e tato: poros abertos na sauna coletiva. Porto de Galinhas parece um sonho onírico real à medida que a tarde se esvai.











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