Mas agora é diferente.
É como se uma menina fosse morrer!
ela não quer saber de outra coisa a não ser brincar.
De viver ela não quer. Uma brincadeira suspensa entre o nada e o vazio.
Eu, um privilegiado observador, vou me livrar das vestes atéias, e rezar para que ela não morra.
Um anjo que habita meu coração, dentro de mim, seus olhos brilhantes e inexplicavelmente vívidos permaneceram.
Assim como permancerá o mais profundo espanto diante da vida!
Queria te dizer que você não está só, que eu velo por ti.
Humildemente te peço que não pereças.
Eu velo por ti, rosa lívida.


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