Essa eu "pesquei" do blog do marcelo montenegro, um grandissíssimo poeta, que tem o dom da palavra, de dizer as coisas com elegância, na medida certa. (Hoje estou usando palavras messiânicas)
São versinhos nada singelos de nhô bento (quantos nhô bentos não existiram espalhados no brasil, invisíveis, intrigantes e intrigados?), tirados da atmosfera "caipira". Muito bonitos. O que me faz pensar em uma corrente de sensibilidades, cujos canais mal podemos divisar.
Eu trúxe pra mecê este docinho,/ impetecádo ansim, imbruiadinho,/ nesta páia de mio.../ Mas antes de cumê/ magine bem o que ele qué dizê!/ Fáis de conta que tô le dando o coração/ que inté se açucarô.../ Doce de tanto amô!” (Nhô Bento).


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